Viajen por Banguekok

 

O dia estava lindo, o sol radiante só cortado pelo nevoeiro matinal, levantei-me cedo com a ideia de visitar mais uma vez o Grande Palácio, onde já estive muitas vezes, mas desta tinha uma finalidade procurar nos murais algo que nos diz respeito e por sorte encontrei.

Penso que já visitei o Palácio umas 14 vezes, umas acompanhado a maioria e outros só, mas o meu interesse era outro o que hoje para mim é evidente noutras altura os pormenores não me interessavam.

Senti algo diferente, desta vez fui só a procura do que nesse monumento representavam os farangues (nome dado aos estrangeiros nesta terra.

Tentei pegar um táxi, mas aqui eles preferem negociar que andar com o taxímetro ligado, eu acho errado mas eles conhecem bem todo e só querem enganar as pessoas, eu como já conheço, fui de metro até ao rio e depois de barco paguei muito menos e ainda tive o privilégio de ver a Igreja da Conceição Bairro de Santa Cruz, junto as margens do rio Chao Prya, em Tomburi, e para onde os portugueses trouxeram os tijolos das Igrejas de São Domingos, São Paulo e São Francisco de Ban Portuguet em Ayuthaya, e para onde vieram os portugueses que saíram depois de 1767 quando foi destruída pelos birmaneses morar.

Em Banguekok, existe uma comunidade de pessoas que se consideram descendentes de portugueses pelos nomes e até pela fisionomia, e pela religião que professam e só aqui na cidade existem algumas Igrejas Católicas, embora nem todas sejam Católicas romanas como a nossa, mas as que tenho descrito são todas.

O dia vai passando depois de ter visto as notícias de Portugal, vou almoçar porque há uma diferença horária de 7 horas. E aqui já são 14 horas um bom dia para todos.

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