Casa onde morou José Joaquim Violante, conhecido pelo brasileiro, e boa tarde.

Fica esta escassa que tem o número 30, numa passagem que existe embora sem ser usada atualmente pertencente a Francisco Baptista Cordeiro.

José Joaquim Violante nasceu nesta freguesia de Santa Catarina de Remondes aos 29-11-1859, filho natural de Violante da Expectação Faia e pai incógnito, neto materno de Vitorino José Faia, e Maria de Jesus, e bisneto paterno de João Baptista Faia, desta freguesia e Maria Domingues natural de Vilarinho dos Galegos, estes casaram entes de 1800, bisneto materno de Custodio Fernandes e Úrsula Maria, natural de Lagoa.

Casou nesta freguesia de Santa Catarina de Remondes aos 07-05-1890, com Angelina dos Prazeres Alves, de 29 anos filha legítima de Francisco Dionísio Alves e Barbara Maria Miguel, teve um filho a quem foi posto o nome de José Francisco Violante, que nasceu nesta freguesia de Santa Catarina de Remondes aos 04-03-1891, e Elvira de Jesus Violante nasceu nesta freguesia de Santa Catarina de Remondes aos 07-05-1893, passou a juventude aqui tendo depois seguido com seu pai para o Brasil por volata de 1912.

Era conhecido como Boá tarde, falava com sotaque brasileiro, e sua filha Elvira com quem vivia em 1907 ela com 14 anos, deu o nome a um olival que hoje é dos herdeiros de Maria Guerra na costa junto do caminho que vai para o rebolal, quem desce do lado direito onde o boá tarde, tinha uma vinha e um pouco de horta com um poço que dava agua até a cegada, era também dono de uma horta na fonte do junco, que a comprou a senhora Maria Guerra, e outras coisas que também vendeu aquando da sua partida para o Brasil

Voltou do Brasil, não tenho a data exata em 1930 já estava por aqui onde ficou até por volta de 1943 altura em que foi de vez para o Brasil onde morreu.

Mais uma história e todos ficam a saber quem era o boá tarde.

António Cordeiro

 

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